terça-feira, 24 de maio de 2011

O Caderno G falando sobre o Caderno G via Banda Mais Bonita

Se você está lendo esse blog, é por que tem internet. E se tem internet, não tem como não saber do sucesso estrondoso da Banda Mais Bonita da Cidade no youtube. (Falamos da versão deles de "Submundo Autofágico"no post abaixo, antes de toda essa comoção).
O que talvez você não saiba é que no meio de todo esse sucesso soubrou até para a LPP. Eis o que diz o Caderno G de sábado.

(...)
"No perfil do Facebook, a banda disponibilizou seis músicas – uma delas, de autoria de Livia Lakomy, leva o nome “Submundo Autofágico”, em referência à editoria de Cultura da Gazeta do Povo. As composições são de compositores que não fazem parte do quinteto, a maioria de Curitiba."
(...)

Entramos felizes nessa onda. Somos fãs da Banda e ficamos muito felizes deles tocarem uma música nossa (que agora é até mais deles, hehe). Esperamos que esse sucesso não seja viral, eles tem o talento e a disposição para levar isso bem mais longe.
Domingo que vem eles certamente estarão na capa do Caderno G e logo estarão na Rolling Stone, na Veja ou na Isto É...

quinta-feira, 31 de março de 2011

Dica: escutem a versão que A Banda Mais Bonita da Cidade faz para Submundo Autofágico aqui. Muito, muito, muito boa. Como diz minha mãe, até parece música de verdade! Já aproveitem e escutem todas as outras, hehe.

terça-feira, 15 de março de 2011

LPP em versão de Coral!

Uma pequena notinha para avisar que o Coral da UTFPR vai fazer uma versão de "IIPR" no seu próximo show. Apropriado, já que a apresentação vai ser na véspera do aniversário de Curitiba: dia 28 de março na Capela Santa Maria. Informações aqui.
Obrigada ao pessoal do Coral por ter escolhido nossa música. Da nossa parte, estamos bem animados para ouvir a versão.
Até!

sábado, 29 de janeiro de 2011

No Caderno G! (De novo!!!)

Caros,
Após alguns meses de inatividade voltamos com boas notícias. A LPP foi citada hoje no Caderno G, novamente pelo Luiz Cláudio Oliveira (que está praticamente como padrinho midiático da banda, hehe).
Quem quiser ler tudo, clique aqui.
Aqui vai a nossa menção:

Piá de Prédio
Há, hoje, uma banda que faz questão de mostrar o sotaque e de cantar as características do povo paranaense, mais especificamente do curitibano. É Lívia e os Piá de Prédio, formada em 2008. Já lançou dois discos, os dois tendo Curitiba como a principal fonte de inspiração. Na música IIPR (sigla de Instituto de Identificação do Paraná), na letra, ela resume o que é ser paranaense:

“Recebi uma carta registrada / do Instituto de Identificação do Paraná / que me perguntava quem é você / e eu não soube o que responder // … / que me acusava / Você não tem nada pra chamar de seu / nesse buraco negro / tudo se perdeu // Você não tem capela no Cemitério Municipal / E sete palmos de terra neste pinheiral // Pode até ser verdade / Mas não me impede de responder / Que eu sou eu e eu nunca vou deixar de ser // Que eu sou tropeira / Eu sou Guarani / Eu sou estrangeira / Eu sou daqui / Desço o Itupava / Subo o Marumbi / Zero quatro um / Eu sou do meio de lugar nenhum.”

Ou seja, a música do Paraná não reflete a característica do Paraná, até porque ela não existe. Não há uma característica única que nos defina. Ou parafraseando o que já disse o historiador Brasil Pinheiro Machado (Ponta Grossa, 12 de dezembro de 1907 — Curitiba, 18 de outubro de 1997): nossa característica é o incaracterístico.


Valeu, Luiz Cláudio, e viva a música paranaense!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

No Caderno G!

Olá a todos,
Esta semana saiu na coluna Acordes Locais, da Gazeta do Povo, uma resenha sobre o novo disco. O autor é o Luiz Claudio Oliveira, que sempre apoia a música local (e foi um dos primeiros a falar sobre a LPP, lá em 2008). Vocês conferem a coluna original aqui. Nosso muito obrigado ao Luiz por ter dado ao Bloco II!

Lívia e os Piá de Prédio, Martinuci e Stilnovisti

Publicado em 29/09/2010 Luiz Claudio Oliveira – luizs@rpc.com.br

Dois lançamentos de música do Paraná: Lívia e os Piá de Prédio (http://www.liviaeospiadepredio.blogspot.com) lança seu segundo disco, chamado de Bloco II. A banda Stilnovisti (http://www.myspace.com/stilnovisti), capitaneada pelo compositor e intérprete Aguinaldo Martinuci, lança seu primeiro trabalho, dentro do projeto Bandas Fora da Garagem, financiado pelo Fundo Municipal de Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba. Lívia e os Piá já fizeram o show de lançamento no Sesc da Esquina, na semana passada, e Stilnovisti fará o show de lançamento às 20 horas no TUC nesta sexta-feira.
Lívia é curitibana e a cidade é sua principal fonte de inspiração. Martinuci é do interior, morou em Londres e em São Paulo antes de optar por Curitiba. É do mundo. Lívia é urbana, mas a produção do disco deixou o som próximo do rock rural e remete a Blindagem, a Sá, Rodrix e Guarabira (a Elis Regina cantando “Eu quero uma casa não no campo, mas em Curitiba”). Martinuci tem referências mundiais e um quê de sinfônico, mas sempre cheirando a mato. Lívia e Martinuci são excelentes compositores e letristas e suas músicas devem ser tocadas e cantadas por mais bandas (pergunta que não quer calar: por que as bandas do Paraná não tocam as músicas de outras bandas do Paraná?). Mas vamos a um de cada vez.


Lívia e os Piá de Prédio

Se, no primeiro disco, Lívia e os Piá de Prédio passeavam por uma profusão de ritmos e tinha apenas Curitiba e suas manias a unir todo o CD, neste novo trabalho já se nota uma preocupação maior com a sonoridade. Com a produção de Fernando Tupan e Marcus “Coelho” Gusso, gravado no Discos Voadores, o “Bloco II” se apoia no rock rural, unindo guitarras, violas e sanfonas.

Curitiba continua sendo a personagem principal. Referências e também a falta de referências e características paranaenses (Quem sou eu? O que tenho para chamar de meu?) estão em todas as oito músicas. As calçadas irregulares estão lá; o olhar para o chão, está lá; até as antigas polaquinhas, que levavam as “caroça com os leite e as verdura” para vender lá na cidade e paravam no Largo da Ordem para os cavalos beberem água, estão lá. “As Polaquinhas” nos remete a nós mesmos, assim como dialoga com “As Meninas da Cidade”, de Belarmino.

É claro que não poderíamos deixar de falar do tempo, daquele sol, o céu azul que nos deixa feliz aqui, “mas fecha o tempo e eu me escondo embaixo do primeiro toldo furado, me rendo a esse inferno/inverno do sapato molhado..// como pode o sol tão quente e de repente o céu nublado?”. Lívia nos recoloca, piás curitibanos de todos os cantos, no devido lugar, mesmo depois que “o Batel virou Soho”. Ela nos dá gengibirra, ajeita os topetes das meninas, acena para o piá pançudo, lamenta o fechamento da Pedreira e dá um abraço pro gaiteiro. Lívia nos dá referências. É um pop clássico curitibano.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Fotos do show


Este post chega até vocês cortesia de Dani Starck, amiga, historiadora, curitiboca e excelente fotógrafa. Você confere o blog dela aqui e mais fotos do show do Sesc aqui. Esperamos que gostem, nós com certeza gostamos muito.
Também cabe agradecer pela iluminação da Fábia e a cenografia da Lu, Gabi e do Iceman. O trabalho deles também aparece nas fotos e as deixa mais bonitas.
Valeu!

A noite começou com uma introdução do Márcio:

Em seguida, o poeta Ivan Justen leu seu "Dicionário Analógico de rimas pra Lívia e os Piá de Prédio", que já foi colocado aqui no blog antes, mas também pode ser acessado pelo blog dele.


O guitarrista/violonista Gustavo:


Marcelão no baixo:


Nas piadas toscas... Lívia:



O Lucas se virou entre teclado, acordeom e escaleta:



Bhorel na bateria e Bolinha na percussão, (rec)audio representado:


O Márcio voltou para participações especiais na percu e voz:



Essa foto eu coloquei porque achei a mais bonita, entre várias:



Uma visão da última fila: